Nossos Artistas

Camiseta-Inkshed-Artista Pablo Maritorena

Pablo Maritorena,

Nasceu em 1987, na Capital Federal, Buenos Aires, Argentina.
Aos 17 anos se mudou com sua família para a cidade de Caleta Olivia, Santa Cruz, Argentina. Região da Patagônia. Morou na cidade de Taubaté, SP - Brasil por 6 anos.
Desde pequeno tem habilidades para artes e trabalhos manuais.
Artista autodidata, nunca estudou desenho, pintura ou curso de design., porém concluiu tecnicatura de escultura em madeira e música em uma escola de artes, na cidade de Caleta Olivia na Patagônia Argentina.
Atualmente vive na cidade de Caleta Olivia, Santa Cruz, Argentina e se dedica a fazer arte com técnicas mistas, pintura e esculturas recebendo inspiração de objetos do cotidiano, objetos minimalistas, natureza morta, historia e qualquer objeto ao seu redor.

Tem influências de grandes artistas que ele admira como Joan Miró, Willem de Kooning, Jackson Pollock, Wassily Kandinsky, Salvador Dalí, Pablo Picasso, entre outros.

Rafael Nunes,

Quando e como iniciou sua carreira como Designer profissional?

A carreira profissional propriamente dita teve início aos 20 anos, quando ingressei na faculdade de arquitetura e urbanismo. Antes disso, o desenho sempre foi um hobby e parte importante de minha vida.

Quando você percebeu o talento para o desenho ou design gráfico e como iniciou isso?
A aptidão para desenho surgiu da forma mais natural possível, na infância. Os desenhos nessa fase normalmente acontecem em "2D" e de forma simples. Entretanto, meus primeiros desenhos já apresentavam profundidade e perspectiva, obviamente de forma bem grosseira, mas presentes. Minhas noções de proporção e perspectiva surgiram desde cedo.

Quais técnicas e equipamentos você utiliza como desenhista e designer?
Como arquiteto, diversas ferramentas e softwares de modelagem e desenho. Como desenhista, utilizo lapiseira 0,5 com grafite B (ou HB para traços mais finos) e uma borracha simples. Para croquis ou desenhos mais grosseiros prefiro lapiseira 0,9. Eventualmente utilizo caneta nanquim para finalização. Para trabalhos digitais, escaneio o desenho e utilizo o Photoshop para pós produção.

Que influências artísticas são importantes para o seu trabalho?
Sou bem atento e me interesso por diferentes estilos artísticos. Acredito que o desenho seja algo extremamente pessoal, portanto é complicado tentar reproduzir algo fora do meu estilo. No entanto, gosto de observar como outros artistas produzem sua arte, vejo se algo se aplica ao meu estilo. Por exemplo, ver como um artista utiliza cores para finalizar um desenho me ajuda a entender melhor essa técnica, já que minha zona de conforto está no desenho monocromático.

Do ponto de vista da arquitetura, o modernismo é o que mais influência minha arte. Linhas retas, ângulos rígidos e monumentalidade são aspectos da arquitetura modernista que me agradam e que mais gosto de desenhar.

Quais dificuldades você enfrentou no início da carreia ou encontra até hoje?
A maior dificuldade foi de monetizar minha arte. O desenho é algo que me completa e parte essencial da minha vida, porém ele por si só não proporciona muitas formas de gerar alguma receita.

O que é ser um designer ou arquiteto?
Ser arquiteto, acima de tudo, é buscar a melhora da vida dos usuários de uma edificação e até mesmo daqueles em suas proximidades. Essencialmente, arquitetura é organizar espaços, saber utilizar os materiais corretos de forma que beneficiem o conforto térmico e acústico, ao mesmo tempo em que se pensa no aspecto visual. O arquiteto gerencia todos os aspectos de um projeto e concilia diversas áreas.

O que te motiva a trabalhar neste ramo?
O que mais me agrada é a possibilidade de tornar realidade um projeto, vê-lo em uso e o impacto que causa em quem por ali transita.

 

Você tem alguma experiência especial ou marcante durante a carreira?
Sou recém formado, por isso um momento especial foi a apresentação de meu projeto de conclusão de curso, a sensação de ter entregue algo que desenvolvi por um ano e receber a esperada aprovação.

Você se considera um artista? Por quê?
Soa estranho aos meus ouvidos pois nunca me considerei um, mas partindo da definição que artista é a pessoa envolvida com artes em geral, faz sentido. Porém, um artista em progresso eterno, sempre em busca de novas experiências.

Veja na integra a entrevista com nosso artista, designer e arquiteto abaixo:

 

 

Vinicius (Chorão),

Quando e como iniciou sua carreira como Grafiteiro?
Fiz meu primeiro GRAFFITI em 2005, depois de já ter me identificado com a cultura uns anos antes, mas só fazendo observando, desenhando e fazendo tags, sem muita noção de nada. Gosto de desenhar desde pequeno, e o graffiti desde que comecei a percebe lo, sempre me chamou muita atenção. Com o tempo fui me aproximando de pessoas que de alguma forma tinham contato com GRAFFITI, e quanto mais eu descobria, mais eu queria saber sobre a parada. Andava de skate, e isso ajudou a ter mais contato, em função dos dois estarem sempre na rua e ter uma ligação. E continuo nessa busca, querendo aprender mais e buscando fazer algo que me sinta bem.

Quais técnicas e equipamentos você utiliza?
Quanto aos materiais que costumo usar, são os sprays e a tinta látex.

Quais dificuldades você enfrentou no início da carreia ou encontra até hoje?

Dificuldades de todo tipo, mas acredito que a pior aqui, seja o custo muito alto dos materiais, são muito caros mesmo !! 

 

Como você pontua o poder da arte para educação e formação da juventude?
Penso que através da arte, sendo ela qualquer tipo de manifestação, ajuda para que o jovem se sinta útil, e a saber que ele pode ser capaz de fazer algo com suas próprias mãos. Mesmo que não tenha retorno financeiro, mas cria o sentimento de orgulho de saber fazer alguma coisa, sabe ... E isso ajuda o jovem a ter orgulho de quem ele é, e não o limita com a idéia de que ele precise seguir algum padrão, para ser aceito em algum lugar ou por alguém.

Grafite tem classe social?

Não vejo isso no GRAFFITI, pois o que destaca mais é o trampo, se quem faz é pobre ou rico não tem importância pra mim. Desde que tenha humildade.

Qual sua opinião sobre o pixo?

Pixo e graffiti, acho os dois bem parecidos, pois dividem o mesmo espaço que é a rua, usam os mesmos materiais, e seguem uma linha de respeito quase parecidos, mas ao mesmo tempo cada um tem seu espaço nas ruas, cada um com seu argumento. 

 

 

Sobre a loja

Somos o que há de inovação em camiseteria, nascemos com a proposta de exaltar nossos artistas através de estampas em tecidos de alta qualidade. A arte e estilo se misturam de uma maneira divertida e contextualizada nos cenários atuais. Experimente!!

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